NFV FORA D` HORAS 14-06-2024

14.06.2024

Noticiário NFV, edição de sexta-feira dia 14 de Junho de 2024 com os seguintes tópicos:

1 – Namibe: Comunidade albinista clama por fim de discriminação e esclusão social;

2 – Empresários namibianos do ramo de turismo querem investir no Namibe;

3 – Refugiados da RDC mantêm desejo de permanecer em Angola;

4 – Pessoas coletivas já podem ser criminalizadas com actual código penal;

5 – Estudo aponta que economia angolana continua em défice e informalidade é cancro da cadeia produtiva.

 

Somos à rádio NFV, coordenação e supervisão de Armando Chicoca, edita Esmael Pena, produção de Domingos Marques, eu sou o Dino Manuel, com apoios do NED e da Open Society.

 

Presidente da Associação de Apoio, Fraternidade Albinista na província do Namibe, Rafael Daniel

A Associação de Apoio Fraternidade Albinista na província do Namibe, Rafael Daniel apelou esta quinta-feira 13, a sociedade, celeridade na implementação do Plano de Apoio e Protecção, que visa a salvaguarda da dignidade e integração social desta franja. Rafael Daniel disse que as pessoas com albinismo no Namibe, ainda sofrem de discriminação, estigma e exclusão social por parte das instituições públicas e privadas principalmente nas escolas. A falta de médicos espcialistas em tratamento de câncro da pele na província, situação que já provocou a morte de uma jovem albina, é outra dificuldade que clama por solução urgente.

Presidente da Associação de Apoio Fraternidade Albinista na província do Namibe, Rafael Daniel, apela a sociedade, celeridade na implementação do Plano de Apoio e Protecção, que visa a salvaguarda da dignidade e integração social desta franja. Treze de junho é o dia internacional de consciecialização do albiniusmo.

 

Oito empresários namibianos, do ramo de turismo, estiveram esta quinta-feira 13 no Namibe, para identificar possiveis áreas de interesse turistico para investimentos. Cônsul de Angola no Rondu, Fracisco Oliveira, fez notar que a missão empresarial ficou encantada com as potencialidades turísticas da província do Namibe, e manifestaram interesse em cooperar neste domínio.

Fracisco Oliveira, Cônsul de Angola no Rondu

Uma missão empresarial namibiana do sector turístico, ficou encantada com as potencialidades do Namibe.

Seis mil e 150 refugiados da República Democrática do Congo (RDC), baseados no assentamento do Lóvua, província da Lunda-Norte, mantêm o desejo de continuar em Angola e apenas 50 querem regressar ao país de origem. Edson Fela com mais detalhes.

Emmanuellle Mitte, Representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Angola

A informação foi prestada esta quinta-feira, no Dundo, pela representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Angola, Emmanuellle Mitte, no final da audiência com a governadora da Lunda-Norte, Deolinda Satula Vilarinho.

Segundo a responsável, actualmente o ACNUR controla nove mil refugiados, dos quais 6.200 estão no assentamento do Lóvua.

Fez saber que decorre um inquérito no assentamento para saber quantos refugiados querem ser repatriados este ano, onde já foram encontrados até ao momento 50 com este desejo.

Acrescentou que o repatriamento voluntário e organizado dos que desejam regressr ao país de origem, será realizado após o inquérito em curso no assentamento.

Por sua vez, directora regional do ACNUR para África Australia, Chansa Kapaya , disse que a audiência com a governadora da Lunda-Norte, serviu para encontrar soluções duradouras para a reintegração socioeconómica dos refugiados.

Refugiados na RDC

Enalteceu as acções do governo angolano em prol da segurança e da reintegração socioeconómica dos refugiados.

Em Maio de 2017 um grupo inicial de 35 mil cidadãos da RDC chegou à província da Lunda Norte, fugindo de actos de violência na zona do Kassai, uma crise que levou à declaração de uma situação de emergência.

Actualmente o ACUNUR controla 6.200 refugiados no campo do Lóvua e três mil na cidade do Dundo, o resto foi repatriado no país de origem.

Peça de Edson Fela, Jornalista do NFV

 

Eugênio Sonehã Cassandi, Subprocurador titular do Namibe

O Subprocurador titular do Namibe, Eugênio Sonehã Cassandi, disse que com o actual código penal, as pessoas coletivas já podem ser responsabilizadas criminalmente. O magistrado do Ministério Público, deu a conhecer que no Namibe já existem arguidos.

Entidades colectivas já podem ser responsabilizadas criminalmente, e no Namibe já existem arguidos implicados nos crimes económicos, segundo o Subprocurador titular do Namibe, Eugênio Sonehã Cassandi

 

Estudo aponta que economia angolana continua em défice e informalidade é cancro da cadeia produtiva. Manuel José da Voz da América, com outros pormenores da notícia.

Peça de Manuel José, Correspondente da Voz da América

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